Passatempo Bubble Yourself

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  • “Qual é o meu papel neste desafio?”
  • “Que passos devo dar para encontrar a minha vocação/caminho?”
  • “O que é que os seres celestiais têm para me dizer?”

Desejos de dias com muita magia,

Até Já 

Chá de 3 Anos com Limão e Gengibre

Este é o meu chá de eleição! Gosto de variar no sabor adicionando-lhe casca de limão, que lhe dá um toque refrescante, e gengibre, que ajuda a tratar infecções e inflamações de garganta.

“Também denominado por Bancha, ou Kukicha, é o chá mais utilizado na macrobiótica por todo o Mundo. O nome “Três Anos” advém do facto de neste chá se utilizarem as folhas mais velhas (com 3 anos) da planta do chá; é a bebida mais barata no Oriente, mas é simultaneamente a mais saudável.

O Kukicha foi divulgado no Ocidente pelo filósofo George Ohsawa e é um óptimo chá para uso diário; uma vez que praticamente não contém cafeína e, por isso, pode ser utilizado quer por adultos, quer por crianças. O Chá Três Anos tem um efeito alcalinizante e, consequentemente, fortalece-nos e refresca-nos quando cansados. No caso de insónias tem um efeito sedativo; pode aliviar as náuseas e a gastrite.”

texto de Francisco Varatojo

CHÁ DE 3 ANOS COM LIMÃO E GENGIBRE

INGREDIENTES:

  • 1 Lt. de água
  • 1 c. de sopa de chá de 3 anos
  • casca de 1 limão (opcional)
  • 3 a 4 rodelas de gengibre cortadas em tiras (opcional)

PREPARAÇÃO:

  1. Ponha ao lume um tacho com 1 Lt. de água e junte 1 csp. de chá três anos,  a casca de 1 limão e umas tiras de gengibre.
  2. Quando atingir o ponto de ebulição deixe ferver, entre 2 a 5 min. e está pronto a ser servido.

NOTAS: 

Ter em atenção que na maioria das embalagens de compra vem escrito 3 csp. por litro de água, é de todo escusado usar tanta quantidade, 1 csp. é perfeitamente suficiente. Os caules podem ser guardados e reaproveitados para vezes futuras. Quando o reutilizo  adiciono 1 c. de sobremesa extra de chá.

LEIRIA | Cursos de Culinária Macrobiótica | NOVAS DATAS!!

INSCRIÇÕES ABERTAS!!

Faça agora a sua Inscrição e garanta o seu lugar nesta maravilhosa aventura culinária!!

 

Datas para o Nível I:

  • Pós-laboral, 3ª-feiras, das 19h às 22:30h: 4, 11 e 18 de Novembro 

 

Datas para o Nível II, agora com aulas práticas! 

  • Pós-laboral, 5ª-feiras, das 19h às 22:30h: 23, 30 de Outubro e 6 de Novembro – TURMA COMPLETA!!
  • Pós-laboral, 5ª-feiras, das 19h às 22:30h: 4, 11 e 18 de Dezembro

 

Datas para o Nível III* agora com aulas práticas! 

  • Pós-laboral, 5ª-feiras, das 19h às 22:30h: 13, 20 e 27 de Novembro 

* Os alunos que já fizeram o nível I, podem optar por fazer qualquer um dos outros níveis.

Para mais informações entre em contacto connosco através do. TLF.: 244 092 459 | TLM.: 92 540 68 61,  ou E.: imp.leiria@e-macrobiotica.com

 

ESTRUTURA DOS MÓDULOS

Ao longo de 3 aulas, os participantes aprendem a confeccionar menus equilibrados, a escolher os ingredientes certos, a usar as técnicas de corte e os estilos culinários mais apropriados.

Duração: módulos de 3 aulas

Carga Horária: 12h

Preço: 120 €, refeições incluídas

Onde: IMP-Leiria (a 5 min. da Praça Rodrigues Lobo)

Inscrição: No acto da inscrição deve ser feita uma sinalização de 30€, o restante montante, 90€, deverá ser pago no primeiro dia do curso. O pagamento pode ser feito através de transferência bancária, se não lhe for possível fazer a inscrição aqui nas nossas instalações.

Todos temos a consciência de que aquilo que comemos influencia a nossasaúde e o nosso bem-estar, mas muitas vezes sentimos dificuldade em fazer uma alimentação correcta, alegando falta de tempo ou até mesmo de alternativas que permitam cozinhar de forma equilibrada e ao mesmo tempo saborosa.

Este curso de culinária pretende desconstruir mitos, ajudando os participantes a descobrir que a cozinha saudável é muito mais fácil e praticável do que se julga. Para além de ser também deliciosa.

Em cada aula aprenderá a cozinhar menus variados, feitos com ingredientes naturais e, na medida do possível, biológicos.

Como escolher os melhores ingredientes, os métodos culinários mais benéficos, como usar a proteína vegetal, como substituir o açúcar nas sobremesas… estes são apenas alguns dos tópicos a abordar.

Esta é uma excelente oportunidade para esclarecer todas as dúvidas sobre a prática correcta de uma alimentação saudável e perceber que, afinal, não temos que abdicar do prazer de comer quando comemos bem.

FORMADORA

Marta Horta Varatojo  

Tem 31 anos e pratica uma alimentação macrobiótica desde que nasceu. Pode dizer-se que o seu percurso se distingue por uma constante mutabilidade. Desde cedo desenvolveu um fascínio pelas actividades artísticas, passando por uma série de experiências de curta duração, música, teatro, moda, fotografia, dança e escrita, e é, sem dúvida, na área das artes, que se sente como peixe na água.

Entre 2004 e 2006 trabalhou no Instituto Macrobiótico de Portugal e frequentou os cursos: Curso Curricular de Macrobiótica, nível I e II e o Curso de Feng-Shui, nível I.

Em 2007 e 2008 trabalhou na área de produção de eventos, no One World Festival, em Inglaterra, com a Produtora de Moda Helga Carvalho e no Boom Festival, em Portugal.

Aprendeu a cozinhar com a sua mãe, Geninha Horta Varatojo, professora e autora de 4 livros de culinária macrobiótica. Desde 2009 que trabalha como cozinheira macrobiótica, em Portugal e no estrangeiro, dando aulas de culinária em casas particulares e facilitando caterings em diversos eventos (retiros, festivais, etc).

Em Setembro de 2011 mergulhou num projecto desafiante, o IMP – Leiria,onde gere o espaço, tem o serviço de refeições Take-Away e dá cursos de culinária.

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Se fores 1, entre as primeiras 11 pessoas, a pedir a sua mensagem, nos comentários deste post, irás ganhar uma mensagem de um baralho de cartas à tua escolha: Fadas, Mestres AscendentesAnjos, ou Unicórnios Mágicos.

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McPlastic? No, thanks.

Há cerca de duas semanas, estava em viagem com uns amigos, e quiseram parar no McDonald’s… Torci o nariz, opá não gosto, não gosto mesmo! Eles representam tudo o que está de errado com a alimentação moderna. Mas… uma coisa que este estilo de vida que levo me ensinou, foi a adaptar-me com rapidez à realidade que me é apresentada. Era uma viagem longa, já era tarde, não havia grandes alternativas. Hesitei, claro, mas lá acabei por dizer para me trazerem um McFish. Assim que abri a caixinha soltei um sorriso irônico, não é mesmo por acaso que lhe chamam comida de plástico! Parece feito de plástico! Sabem aquelas cozinhas de brincar das crianças, que vêm com vários alimentos em miniatura, parecia isso, mas em tamanho real. A experiência não durou muito mais tempo, dei uma dentada, seguida de outra e desisti. Naaaaaaaaa! Isto não é comida! Prefiro o jejum.

Com esta história lembrei-me de alguns vídeos que vi no YouTube, de experiências com hambúrgueres do McDonald’s, em que deixam os hambúrgueres meses e meses, dentro de frascos ou simplesmente ao ar livre e, ao contrário da comida verdadeira, estes não apodrecem, não ganham bolor, não nada! Mantém-se intactos, é que nem os bichos lhes tocam!

Lembrámos-nos de fazer a mesma experiência e, na realidade, o resultado não me surpreendeu minimamente. Veio apenas confirmar as suspeitas, apresento-vos este McFish, tem 2 semaninhas de vida, eu desconfio que é imortal. E tem estado assim ao ar livre, numa casa de campo, mas as formigas ainda não deram por ele, e ao que consta nem as moscas lá pousam, coisa estranha. Mas que bonito que ele está, fofinho, tão fresquinho, apetecível até, não acham?

Is this real food?!

A questão é: que ingredientes é que isto leva para ficar assim?!?! O que é que estamos a por dentro do nosso organismo, e que consequências terá na nossa saúde? Não pode ser coisa boa.

Aconselho a verem este documentário: Super Size Me, ajuda-nos a perceber os impactos reais desta comida, que de comida… tem muito pouco. O nosso corpo é a melhor ferramenta que alguma vez teremos nesta vida, vamos cuidá-lo e nutri-lo como ele merece, com comida de verdade, boa?! ;)

Sopa de Legumes Doces com Massinhas

A avó São é garantidamente a fã número 1 das minhas sopas! Este fim-de-semana vieram uns amigos deles de visita e então pediu-me se lhe fazia um panelão daqueles “Que são uma categoria as tuas sopas Tucha!”. :)

Eu, que adoro fazer sopas, pus mãos à obra e preparei uma super sopa, bem rica, com muita hortaliça, que é a única maneira de pôr o meu avô a comer legumes, faz com cada fita, ui! Mas eu sou mais teimosa que ele e arranjo sempre forma de lhe dar a volta… uns bons raminhos de hortelã, como ele gosta e quase que se esquece das couves! E assim foi! Temos sopa para a semana toda, a receita dá para cerca de 20 doses, espero que gostem! ;)

SOPA DE LEGUMES DOCES COM MASSINHAS

INGREDIENTES:

  • 8 fatias grossas de abóbora hokkaido (1/2 abóbora)
  • 2 cebolas grandes
  • 3 cenouras
  • 1 couve coração
  • 1 nabo (não muito grande)
  • 2 tiras de alga kombu (para enriquecer a sopa em minerais e vitaminas, se não gosta de algas não se preocupe, não dá sabor nenhum à sopa)
  • 1 caneca de chá de massinhas de letras e/ou esparguete integral partido
  • 2 dentes de alho
  • azeite qb.
  • sal marinho integral qb.
  • 4 pés de hortelã – opcional, mas devia ser obrigatório, que fica uma delícia! ;)

PREPARAÇÃO:

  1. Cortar 1/2 couve-coração em tiras de 2 a 3 cm e escaldar em água abundante (sem sal) durante 6 min. Reservar a couve. Guarde a água fervida para acrescentar à sopa.
  2. Cozer as massinhas com um pouco de sal e reservar.
  3. Numa panela grande juntar: a abóbora, o nabo, 1/2 couve-coração, as cebolas cortadas em pedaços iguais, as cenouras em pedaços mais pequenos (demoram mais a cozinhar) e a alga kombu. Junte a água fervida e adicione mais (se, necessário) até cobrir por completo os vegetais. Leve ao lume durante 25/30 min.
  4. Desligue o lume e tempere com sal e azeite, passe bem com a varinha mágica, até obter um creme sedoso, se estiver demasiado espessa acrescente um pouco de água fervida.
  5. Adicione 2 dentes de alho ralados (ralador mais fino), uns raminhos de hortelã a gosto, as couves escaldadas e as massinhas previamente cozinhadas.
  6. Deixe repousar durante cerca de 10 min. para o alho cozinhar e a hortelã apurar.

NOTAS:

Pode adicionar feijões ou lentilhas para uma sopa mais rica, ou substituir as massinhas por bagos de arroz integral. E não se esqueça, essencial, mantenha uma atitude bem disposta e positiva enquanto cozinha, é esse um dos melhores temperos que conheço! ;)

Bom Apetite ♡

Salteado de Arroz Integral com Tofu no Wok

Isto é caso para dizer… xiiii, foi dar uma ganda volta, pois foi! :) Passou-se mais um Verão daqueles, sempre a fazer km., com direito a tudo e mais qualquer coisinha, feito de sorrisos e gargalhadas, lágrimas e abraços, danças e sonhos, encontros, desencontros e alguns reencontros. Foi assim como eu gosto, sem datas marcadas, a fluir… pelos caminhos de Portugal.

Aqui fica uma receita que me enche os sentidos, simples e apetitosa! A dose que vêem no wok dá para 2 boas doses, quase 3… eu comi tudo, sozinha, à hora de almoço! Pois é, Varatojo que é Varatojo não passa fome não, somos todos assim lá em casa… :)

Nunca cozinho menos do que 1kg de arroz integral, facto é que também costumo cozinhar para um número considerável de pessoas, mas ainda assim o arroz chega a aguentar 5 dias no frigorífico sem fermentar e é muito prático tê-lo já feito para adicionar em sopas, croquetes, saladas, pão, etc., hoje foi neste salteado. Espero que vos saiba tão bem, como me soube a mim! ;)

SALTEADO DE ARROZ INTEGRAL COM TOFU NO WOK

INGREDIENTES:

  • 1 taça generosa de arroz integral previamente cozinhado – receita aqui
  • 250g de tofu fumado (ou tofu normal, mas marinar primeiro em shoyu e alho)
  • 1 cebola média/grande
  • 1 cenoura grande
  • 2 a 3 rodelas finas de gengibre
  • 2 dentes de alho – esmagar os dentes de alho com o cabo da faca
  • azeite qb.
  • shoyu qb. (molho de soja bio, sem açúcar)
  • sal marinho integral qb.
  • sementes de sésamo ou gomásio

PREPARAÇÃO:

  1. Num wok, em lume alto, aquecer o alho e o gengibre, muito picadinho, em azeite durante alguns segundos, mexendo sempre.
  2. Adicionar a cebola cortada em meias luas, a cenoura cortada em diagonais finas, e pitada de sal marinho. Saltear até a cebola ficar translúcida, temperar com umas gotas de shoyu (molho de soja).
  3. Junte o tofu cortado em cubos pequenos e envolva bem nos legumes, suavemente para que o tofu não se desfaça todo. Saltear durante alguns minutos até o tofu começar a ficar dourado, mexendo sempre.
  4. Adicione o arroz integral, já cozinhado, e envolva bem com os restantes ingredientes. Salteie durante cerca de 5/6 minutos (se o arroz estiver muito seco de estar no frigorífico adicione um pouco de água para ele se soltar).
  5. Prove e, se necessário, tempere com mais umas gotas de shoyu. Sirva com gomásio ou sementes de sésamo tostadas.

NOTAS:

Pode adicionar ervas frescas a gosto, no meu caso, nem hesitaria, era coentros a montes, mas não tinha em casa. Acompanha com uma boa salada verde. Bom Apetite! ;)